Um QR Code é apenas uma forma rápida de abrir uma ligação no telemóvel. O seu valor depende do que aparece depois de o ler. Bem aplicado, poupa perguntas repetidas e reimpressões; mal aplicado, é só mais um quadrado na parede.
Onde costumam fazer sentido
Restaurantes. Um menu digital pode ser atualizado sem nova impressão e disponibilizado em vários idiomas. É uma boa solução para mudanças de preços e pratos esgotados. Alguns clientes preferem o menu em papel, por isso vale a pena manter essa alternativa.
Alojamentos. Um guia digital reúne as instruções de entrada, o Wi-Fi, as regras da casa e as recomendações locais, o que reduz as mensagens repetidas.
Serviços. Um código num talão de lavandaria ou de oficina pode mostrar o estado do pedido sem que o cliente tenha de telefonar.
Dinâmico ou estático?
Um QR Code estático aponta sempre para o mesmo endereço. Por isso, o mais prudente é apontá-lo para uma página sob o seu controlo, num domínio seu. Assim, pode alterar o conteúdo sem voltar a imprimir o código. Se depender de um serviço externo para o redirecionamento, confirme o que acontece aos seus códigos caso deixe de o utilizar.
Erros a evitar
- Abrir uma página que não está adaptada a telemóvel. Um PDF difícil de ler anula a vantagem.
- Imprimir sem testar. Experimente com vários telemóveis e na distância real de leitura.
- Tamanho ou contraste insuficientes. Reserve margem à volta do código e use um bom contraste.
- Não explicar o que oferece. Uma frase como "Consulte aqui o menu" dá mais confiança do que um código sem contexto.
- Exigir a instalação de uma aplicação. Para consultar informação, a página web é normalmente suficiente.
Como começar
Identifique a pergunta que os seus clientes fazem mais vezes e veja se pode ser respondida com uma página simples. Comece por um único caso de utilização e verifique se está a ser útil antes de o alargar.